Marcos Correia
Há três anos, uma agência criada por profissionais provenientes da Wunderman (Grupo Y&R) e da Seventy se apropriava do conceito “beyond the line”, prometendo romper com o paradigma de que as grandes idéias estratégicas e o brilho criativo eram exclusivos da propaganda. Com essa missão foram abertas as portas da Buzz, uma agência de comunicação dirigida que não se posiciona nem se contenta em estar nos limites do one-to-one didático e matemático. Ela vai além, para alcançar a subjetividade emocional na construção de marcas e sentimentos. Além do estigma de que a comunicação dirigida é menos importante do que a comunicação de massa.
As sócias Alessandra Dal Bianco e Ligia Kempfer (ex-diretoras de atendimento e de criação da Wunderman, respectivamente), junto dos sócios Hilton Kawaguchi e Zé Roberto Pereira (ambos ex-sócios da agência de promoção Seventy), trabalham atualmente com clientes atrelados à proposta da agência, como são os casos de companhias como Natura, Nokia, Unibanco, Blockbuster, Pizza Hut, Troller e Questex, este último recém-chegado à carteira da Buzz – trata-se de uma empresa norte-americana de mídia e eventos especializada nos setores de tecnologia e telecomunicações, responsável pela feira Communications Brasil, antiga Telexpo.
Os dias atuais poderiam descrever a Buzz como uma verdadeira boutique criativa. A proposta da agência é ser, sobretudo, uma opção em inovação, antenada com as tendências de comunicação dirigida, que une marketing direto, marketing de relacionamento e promoção – on-line e off-line – para propor estratégias criativas e criações envolventes e motivadoras ao consumidores.
Para tanto, não basta apenas ter criatividade, claro. Dal Bianco, diretora de atendimento estratégico, afirma que é preciso, acima de tudo, conhecer por meio de diversas pesquisas e análises o negócio do cliente e os clientes do cliente. “Algumas empresas estão vindo a nós por proporcionarmos uma comunicação sem barreiras, porém, integrada. Existe um nicho que está procurando essa inovação”, ela afirma.
Essa inovação, segundo a executiva, não pode ser buscada em uma agência de propaganda convencional, por mais que esta diga que faça o trabalho de marketing dirigido. “Existem algumas agências que dizem fazer tudo, mas há uma diferença muito grande entre os profissionais de propaganda e os de marketing direto, por exemplo. O perfil é bem diferente”, salienta Dal Bianco. E completa: “Se você passa um material de marketing direto para um profissional de agência de propaganda, ele fica louco. Não é igual fazer um título 'matador' ou ter uma idéia genial de campanha. São coisas mais elaboradas, textos maiores. Um outro tipo de comunicação”.
Há casos de agências de propaganda que já se “queimaram” no mercado por dizerem oferecer um trabalho de marketing dirigido e não entregar um produto satisfatório ao cliente. De acordo com Dal Bianco, esse aprendizado fez com que as agências de propaganda procurassem fazer parcerias com agências especializadas em marketing dirigido.
A F/Nazca S&S, por exemplo, tem o costume de delegar seus serviços mais dirigidos à Buzz. “Não temos uma parceria formalizada com eles, porém, costumamos trabalhar em conjunto, até por termos visões e idéias semelhantes sobre a comunicação”, ressalta a sócia, lembrando das campanhas que fizeram em conjunto para a Skol e o Unibanco.
O futuro também é bem-vindo para os sócios da Buzz. Demonstrando um cenário de consolidação no mercado, estabilidade e crescimento dos clientes, a agência está pronta para crescer com a conquista de novas contas. “Queremos dar saltos maiores em 2007”, almeja Dal Bianco.
Para o ano que vem, a expectativa é de que a agência chegue a uma receita de R$ 4 milhões, registrando um aumento de 33% em relação ao exercício de 2006, quando a Buzz deverá chegar, no total, na receita de R$ 3 milhões (20% acima de 2005). Essa esperança também pode ser nutrida pelas conquistas de novos clientes, não obstante seus nomes ainda não possam ser divulgados.
Na TV Portal, assista à entrevista exclusiva concedida por Alessandra Dal Bianco, na qual a executiva conta mais detalhes sobre a estrutura e os projetos de crescimento da Buzz, além de falar sobre a parceria com a F/Nazca S&S e descrever uma campanha irreverente criada, recentemente, para a Nokia.
As sócias Alessandra Dal Bianco e Ligia Kempfer (ex-diretoras de atendimento e de criação da Wunderman, respectivamente), junto dos sócios Hilton Kawaguchi e Zé Roberto Pereira (ambos ex-sócios da agência de promoção Seventy), trabalham atualmente com clientes atrelados à proposta da agência, como são os casos de companhias como Natura, Nokia, Unibanco, Blockbuster, Pizza Hut, Troller e Questex, este último recém-chegado à carteira da Buzz – trata-se de uma empresa norte-americana de mídia e eventos especializada nos setores de tecnologia e telecomunicações, responsável pela feira Communications Brasil, antiga Telexpo.
Os dias atuais poderiam descrever a Buzz como uma verdadeira boutique criativa. A proposta da agência é ser, sobretudo, uma opção em inovação, antenada com as tendências de comunicação dirigida, que une marketing direto, marketing de relacionamento e promoção – on-line e off-line – para propor estratégias criativas e criações envolventes e motivadoras ao consumidores.
Para tanto, não basta apenas ter criatividade, claro. Dal Bianco, diretora de atendimento estratégico, afirma que é preciso, acima de tudo, conhecer por meio de diversas pesquisas e análises o negócio do cliente e os clientes do cliente. “Algumas empresas estão vindo a nós por proporcionarmos uma comunicação sem barreiras, porém, integrada. Existe um nicho que está procurando essa inovação”, ela afirma.
Essa inovação, segundo a executiva, não pode ser buscada em uma agência de propaganda convencional, por mais que esta diga que faça o trabalho de marketing dirigido. “Existem algumas agências que dizem fazer tudo, mas há uma diferença muito grande entre os profissionais de propaganda e os de marketing direto, por exemplo. O perfil é bem diferente”, salienta Dal Bianco. E completa: “Se você passa um material de marketing direto para um profissional de agência de propaganda, ele fica louco. Não é igual fazer um título 'matador' ou ter uma idéia genial de campanha. São coisas mais elaboradas, textos maiores. Um outro tipo de comunicação”.
Há casos de agências de propaganda que já se “queimaram” no mercado por dizerem oferecer um trabalho de marketing dirigido e não entregar um produto satisfatório ao cliente. De acordo com Dal Bianco, esse aprendizado fez com que as agências de propaganda procurassem fazer parcerias com agências especializadas em marketing dirigido.
A F/Nazca S&S, por exemplo, tem o costume de delegar seus serviços mais dirigidos à Buzz. “Não temos uma parceria formalizada com eles, porém, costumamos trabalhar em conjunto, até por termos visões e idéias semelhantes sobre a comunicação”, ressalta a sócia, lembrando das campanhas que fizeram em conjunto para a Skol e o Unibanco.
O futuro também é bem-vindo para os sócios da Buzz. Demonstrando um cenário de consolidação no mercado, estabilidade e crescimento dos clientes, a agência está pronta para crescer com a conquista de novas contas. “Queremos dar saltos maiores em 2007”, almeja Dal Bianco.
Para o ano que vem, a expectativa é de que a agência chegue a uma receita de R$ 4 milhões, registrando um aumento de 33% em relação ao exercício de 2006, quando a Buzz deverá chegar, no total, na receita de R$ 3 milhões (20% acima de 2005). Essa esperança também pode ser nutrida pelas conquistas de novos clientes, não obstante seus nomes ainda não possam ser divulgados.
Na TV Portal, assista à entrevista exclusiva concedida por Alessandra Dal Bianco, na qual a executiva conta mais detalhes sobre a estrutura e os projetos de crescimento da Buzz, além de falar sobre a parceria com a F/Nazca S&S e descrever uma campanha irreverente criada, recentemente, para a Nokia.
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