A cada dois minutos, um brasileiro morre subitamente por esse problema.
Sérgio Timerman e Roberto Kalil estiveram no programa desta terça (12).O Bem Estar desta terça-feira (12) mostrou que saber como agir em momentos como esse pode ser decisivo entre a vida e a morte. Quem explicou o assunto foram os cardiologistas Sérgio Timerman e Roberto Kalil, que também é consultor do programa. No estúdio, Kalil diferenciou infarto de parada cardíaca: o primeiro atinge o músculo do coração e o segundo pode ser provocado por problemas como traumas, acidentes de carro ou embolia pulmonar.

Nas ambulâncias, há um desfibrilador, aparelho que fornece uma descarga elétrica à vítima e faz com que o coração volte ao ritmo normal. De acordo com Kalil, há uma desorganização elétrica no coração, ou seja, uma espécie de curto-circuito. O choque, então, reordena esse sistema para que o bombeamento seja feito da forma correta. Em São Paulo, locais com concentração de mais de 1.500 pessoas devem ter um desfibrilador.
No estúdio, o médico e coordenador do Samu Domingos Guilherme Napoli ensinou a fazer a massagem, usando um boneco. É necessário cruzar uma mão por cima da outra, entrelaçando os dedos e mantendo a de baixo bem reta, no meio do tórax do paciente. A coluna deve ficar ereta; os joelhos, dobrados; e os braços, esticados. Se o indivíduo estiver em uma cama ou um sofá, deve ser removido para uma superfície dura, que vai ajudar na compressão.
Em janeiro de 2010, a pedagoga Cristine Paolillo teve uma parada cardíaca e sobreviveu. Na ocasião, sentiu fortes dores nas costas, pulsação baixa, língua enrolada e formigamento no braço esquerdo. O namorado Marcos Roberto Scalone demorou a perceber a gravidade dos sintomas e achou que se tratava apenas de uma indigestão alimentar de ano-novo.
A parada cardíaca de Cristine foi provocada por uma arritmia grave. Hoje ela vive com um marcapasso e desfibrilador dentro do peito.
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